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Depois do ataque golpista de 8 de Janeiro, quando o país assistiu à tentativa de destruição das instituições democráticas, novos movimentos no Congresso buscam reescrever a história e abrir brechas para a impunidade. A aprovação do chamado PL da Dosimetria representa mais do que uma alteração jurídica: é um ataque direto ao Estado Democrático de Direito e um sinal de que setores políticos ainda trabalham para proteger quem atentou contra a Constituição.

Neste artigo, o Secretário-Geral da CUT-SC e Presidente do SEEF, Rogério Manoel Corrêa, analisa o cenário nacional, denuncia a atuação de parlamentares que tentam aliviar penas de golpistas e faz um chamado decisivo para que a classe trabalhadora compreenda o que está em jogo nas eleições de 2026. 

Leia o artigo completo: 

Chegamos ao final do ano da mesma forma que iniciamos em 2023: sob o impacto do ataque aos poderes institucionais e à democracia brasileira, ocorrido em janeiro. Um ataque comprovadamente orquestrado e executado por uma parcela significativa das Forças Armadas, por políticos derrotados nas urnas, por funcionários públicos de alto escalão e pelos chamados “patriotas”.

Todos os envolvidos foram identificados, julgados e condenados pelo Poder Judiciário, de forma transparente e dentro das regras democráticas. A eles foi garantido o direito de defesa: o mesmo que tantos brasileiros e brasileiras nunca tiveram. Agora, na reta final desse processo de investigação, julgamento e responsabilização, os mesmos grupos envolvidos articulam, com apoio de seus aliados políticos e jurídicos, uma nova investida contra a democracia: a alteração das regras do Judiciário para reduzir penas já definidas pelo STF.

Os/as deputados/as eleitos para defender a Constituição, a democracia e os interesses do povo brasileiro, independentemente de religião, raça ou condição social — têm se afastado desse compromisso. O Congresso atual se mostra cada vez menos popular e mais conservador, revelando um enorme descompasso entre o discurso de campanha e a prática parlamentar. Propostas de leis e mudanças constitucionais têm servido, muitas vezes, para proteger interesses privados de grupos econômicos e políticos que sustentam essas candidaturas há décadas.

O que ocorreu na madrugada desta terça-feira (10/12/2025) evidencia como o governo federal, o Judiciário, as instituições e a própria democracia tornam-se reféns do Congresso Nacional. O projeto aprovado não beneficia apenas a quadrilha que atacou o país em 8 de Janeiro; ele cria um efeito cascata, servindo de referência para decisões futuras em casos que nada têm a ver com o episódio golpista.

Esse Congresso afirma querer “reduzir a polarização”, mas projetos como este só alimentam a indignação, a revolta e a descrença na política. É impossível falar em unidade quando o Parlamento deixa de ser um espaço de solução para os problemas da nação e se transforma em um balcão de negócios, disputando verbas, emendas e privilégios financiados pelo dinheiro público, enquanto ao povo chegam apenas migalhas das políticas sociais.

Em 2026 teremos novamente eleições gerais. Teremos a oportunidade de escolher o presidente da República, o governador do estado, deputados federais e estaduais e dois senadores. Mas fica a pergunta: a população continuará votando da mesma forma, sem considerar seus próprios interesses de classe? Continuaremos com casas legislativas dominadas pela elite econômica? Trabalhadores e trabalhadoras seguirão negando sua condição de classe ao votar em quem legisla contra seus direitos?

Não basta concentrar esforços apenas na eleição para presidente ou governador. É fundamental eleger deputados estaduais comprometidos com as pautas da classe trabalhadora e deputados federais e senadores alinhados com um projeto de país oposto ao que está hoje representado no Congresso.

Se queremos representação real, precisamos assumir a responsabilidade pelas nossas escolhas. Não adianta cobrar mudanças votando em quem defende os interesses de quem já tem muito e quer sempre mais.

Rogério Manoel Corrêa
Presidente do SEEF e Secretário-Geral da CUT-SC

Muita gente já está usando o 13º salário neste fim de ano, mas é fundamental lembrar: esse direito não é presente nem bondade do patrão - é fruto da organização e da força do movimento sindical.

O pagamento do salário extra ao final de todos os anos passou a valer oficialmente na década de 1960, quando foi incorporado à legislação brasileira. Mas a luta por uma remuneração adicional que compensasse a perda do poder de compra dos trabalhadores é muito mais antiga.

O 13º já era pauta da histórica Greve dos 300 Mil, em 1953, quando metalúrgicos e outras categorias pararam São Paulo em protesto contra a inflação que corroía os salários e dificultava a sobrevivência da classe trabalhadora. Essa mobilização se tornou um marco no movimento sindical brasileiro e mostrou que só a ação coletiva é capaz de pressionar governos e empregadores a garantir direitos.

Décadas depois, o 13º salário segue sendo uma das principais garantias de renda no país. Sua existência reforça uma verdade que não podemos esquecer: cada direito conquistado é resultado da luta organizada dos trabalhadores e da atuação firme dos sindicatos.

O SEEF reforça que seguirá defendendo os direitos já garantidos e lutando por novas conquistas para os servidores e servidoras.

O presidente do SEEF e secretário-geral da CUT-SC, Rogério Manoel Corrêa, participou nesta semana do terceiro módulo da Formação de Dirigentes (FD), realizado entre os dias 25 e 27 em Florianópolis. O encontro reuniu lideranças sindicais CUTistas de várias regiões do estado para debater a realidade atual do mundo do trabalho e construir estratégias para fortalecer a organização da classe trabalhadora.

Durante os três dias, os participantes discutiram temas como cultura, ideologia, guerra híbrida, desinformação e os impactos das mudanças trazidas pelo neoliberalismo e pela extrema direita. Também formularam propostas práticas nas áreas de comunicação, formação e mobilização, com foco no diálogo com a base e no enfrentamento à precarização.

Este foi o último módulo estadual do curso. Em abril, dirigentes de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul se encontrarão para definir estratégias conjuntas para fortalecer a ação sindical no sul do país.

O Sindicato dos Empregados em Edifícios e em Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis de Florianópolis (SEEF) convoca seus associados e associadas para a Assembleia Geral Ordinária que irá discutir e deliberar sobre a Previsão Orçamentária do Exercício de 2026.

A assembleia acontece no dia 18 de novembro de 2025, às 19h, em primeira convocação, e às 19h30, em segunda convocação, com qualquer número de presentes. A reunião será realizada de forma virtual, por meio da plataforma Zoom. O link de acesso à assembleia deve ser solicitado diretamente ao sindicato pelos canais oficiais de comunicação.

A participação de todos e todas é fundamental para fortalecer o SEEF e garantir transparência e participação democrática na definição do orçamento do próximo ano

As centrais sindicais e entidades representantes dos trabalhadores de Santa Catarina entregaram, nesta sexta-feira (14), a pauta de reivindicação para o reajuste do Piso Salarial Estadual de 2026. A entrega foi feita diretamente ao presidente da FIESC, Gilberto Seleme, durante a Assembleia Geral Ordinária do Conselho de Representantes da entidade patronal.

A proposta apresentada pelos trabalhadores reivindica a reposição integral do INPC acumulado em 2025, acrescida de 5% de aumento real, com vigência a partir de 1º de janeiro de 2026. A pauta foi construída de forma unificada pelas centrais e se fundamenta no cenário de crescimento econômico de Santa Catarina, que contrasta com a baixa remuneração em diversas atividades que dependem do Piso Estadual para garantir salários minimamente dignos.

A primeira rodada de negociação com o setor patronal já está definida: será no dia 15 de dezembro, às 14h, na FIESC.

Durante a entrega, o coordenador da comissão dos trabalhadores e coordenador sindical do DIEESE, Ivo Castanheira, destacou a relevância estratégica da negociação para o estado “É o processo mais importante que existe entre capital e trabalho em Santa Catarina. Apenas cinco estados no país têm uma política de negociação do piso salarial estadual. Aqui, o piso se tornou referência para os salários de todo o estado, a referência já não é mais o salário mínimo nacional, e sim o nosso piso estadual”, afirmou.

Castanheira reforçou ainda a expectativa positiva em relação à nova presidência da FIESC “Esperamos que a nova direção mantenha a mesma política de negociação que temos desde 2011. Nunca foi uma negociação fácil, mas sempre conduzida com muito respeito e em um nível elevado de discussão.”
O SEEF participou, nesta quinta-feira (13), da etapa estadual da II Conferência do Trabalho, realizada em Florianópolis. O encontro reuniu trabalhadores, empregadores e governo para debater políticas públicas de emprego, trabalho e renda, retomando um espaço estratégico que não acontecia há mais de dez anos no país.

Representando o SEEF e também a CUT-SC, o presidente Rogério Manoel Corrêa integrou a bancada dos trabalhadores - formada por CUT, CTB, CSB, UGT, Intersindical, Nova Central e Força Sindical - que teve todas as quatro propostas apresentadas aprovadas pela maioria dos delegados, com apoio da bancada governamental.

As propostas tratam do fortalecimento da negociação coletiva e das entidades sindicais, da garantia de acesso à formação e qualificação profissional, da defesa de políticas de emprego que assegurem estabilidade, direitos e combate às formas precárias de contratação, e da atualização das políticas de saúde e segurança no trabalho, incluindo a defesa da redução da jornada sem redução salarial.

Além disso, Santa Catarina conseguiu aprovar duas propostas de consenso entre trabalhadores, empregadores e governo — um avanço importante para a construção de políticas públicas que respondam aos desafios do mundo do trabalho.

O presidente do SEEF destacou o papel da organização da bancada dos trabalhadores “A participação na conferência mostrou o quanto é importante estarmos organizados e preparados. As propostas aprovadas representam a realidade da classe trabalhadora e apontam caminhos para garantir mais direitos, proteção e valorização. É um passo importante para todos os setores, inclusive para os trabalhadores em edifícios.”

A etapa estadual também elegeu os delegados que representarão Santa Catarina na etapa nacional, marcada para março de 2026, em São Paulo. O presidente do SEEF, Rogério Manoel Corrêa, foi eleito delegado, junto com Anna Julia Rodrigues (presidenta da CUT-SC) e Cleverson de Oliveira (secretário de Organização Sindical da CUT-SC).

O SEEF reafirma seu compromisso em fortalecer a luta dos trabalhadores em edifícios de Florianópolis e seguir contribuindo na construção de políticas públicas que promovam trabalho decente e valorizem a classe trabalhadora em todo o estado.
Segunda, 03 Novembro 2025 18:46

Pejotização não é liberdade, é fraude

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Entre 2022 e julho deste ano, mais de 5,5 milhões de trabalhadores foram empurrados da CLT para contratos como pessoa jurídica.

O Brasil vive um preocupante processo de pejotização em massa, que ameaça direitos históricos da classe trabalhadora. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), cerca de 5,5 milhões de trabalhadoras e trabalhadores deixaram de ter vínculo formal com carteira assinada entre 2022 e julho deste ano, sendo transformados em pessoas jurídicas (PJ).

O que poderia parecer uma escolha por autonomia é, na realidade, resultado de pressão e coação de empresas. Muitas vezes, o trabalhador é informado de que só poderá continuar empregado se abrir um CNPJ.
O resultado? Menos custos para o patrão e mais prejuízos para quem vive do trabalho.

De acordo com levantamento da FGV-Eaesp, as empresas chegam a reduzir até 70% dos encargos trabalhistas ao substituir vínculos formais por contratos PJ.
Para o trabalhador, porém, o impacto é devastador: sem férias, 13º salário, FGTS, proteção contra demissão e com contribuições previdenciárias menores, o futuro se torna incerto, inclusive quanto à aposentadoria.

O golpe é ainda mais cruel porque se disfarça de liberdade.
O discurso do “empreendedor de si mesmo” é vendido como modernidade, mas serve apenas para legitimar a precarização.
Sem poder de negociação e sem segurança jurídica, milhões de pessoas vivem hoje sob condições de trabalho sem direitos e sem garantias.

A pejotização se espalhou após a Reforma Trabalhista de 2017, que flexibilizou contratos e abriu brechas para contratações fraudulentas. Agora, o tema voltou ao centro do debate nacional: o Supremo Tribunal Federal (STF) discute o assunto em audiência pública, conduzida pelo ministro Gilmar Mendes, no âmbito do Recurso Extraordinário com Agravo (ARE) 1532603.

Para o SEEF, a pejotização é mais uma face da política de desmonte do trabalho formal e da tentativa de enfraquecer os direitos da classe trabalhadora.

 O SEEF reafirma seu compromisso com a luta por emprego digno, com direitos e proteção social.
Nenhum trabalhador deve ser transformado em CNPJ à força.

No Dia do Servidor Público, a CUT-SC reforça a importância de defender o serviço público e valorizar quem garante direitos à população. O artigo a seguir, escrito por Rogério Manoel Corrêa, Secretário-Geral da CUT-SC e Presidente do SEEF, analisa os impactos da Reforma Administrativa e mostra por que essa proposta ameaça não apenas os servidores e servidoras, mas toda a sociedade brasileira.

Com uma leitura acessível e direta, o texto convida à reflexão sobre o papel do Estado na promoção da justiça social e a necessidade de mobilização para impedir retrocessos.

Leia o artigo completo abaixo:

De tempos em tempos, no mundo da política, surgem temas que, além de prejudicarem o país, também fazem mal - e muito mal - à sociedade.

Neste momento, no Congresso Nacional, a pauta que está em evidência é a chamada Reforma Administrativa. Quando se fala em reforma, supõe-se que seja para melhorar; mas, tratando-se de uma reforma vinda do Congresso Nacional, ocorre justamente o contrário: a classe trabalhadora e a maioria da sociedade acabam sendo extremamente prejudicadas, como mostram os exemplos recentes das reformas trabalhista e da previdência social.

A Reforma Administrativa propõe mudanças profundas na estrutura do serviço público brasileiro, com impactos que vão além dos servidores e atingem diretamente toda a sociedade.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Administrativa, em discussão no Congresso Nacional, visa alterar regras fundamentais do funcionalismo público. Entre os principais pontos estão o fim da estabilidade para novos servidores, a ampliação da terceirização, a possibilidade de redução salarial e a flexibilização dos vínculos empregatícios.

O que está em jogo

Estabilidade no serviço público: a proposta prevê o fim da estabilidade para a maioria dos novos servidores, mantendo-a apenas para carreiras típicas de Estado. Isso pode comprometer a independência de profissionais que atuam em áreas sensíveis, como saúde, educação e fiscalização, deixando-os ao bel-prazer do gestor de plantão, mais ou menos conservador, mais ou menos progressista.

Terceirização da atividade-fim: a Reforma Administrativa abre espaço para que funções essenciais sejam terceirizadas, o que pode afetar a qualidade e a continuidade dos serviços prestados à população.

Redução de salários e benefícios: há previsão de corte de até 25% na remuneração de servidores em momentos de crise fiscal, além da eliminação de benefícios.

Avaliação por desempenho: a proposta enfatiza a meritocracia, com avaliações periódicas que podem influenciar na permanência do servidor. Embora isso possa incentivar a eficiência, também levanta preocupações sobre critérios subjetivos e pressões políticas.

Impactos para a sociedade

Desmonte do serviço público: ao enfraquecer a estabilidade e ampliar a terceirização, a Reforma Administrativa pode tornar o serviço público mais vulnerável a interesses políticos e econômicos, prejudicando o atendimento à população.

Desigualdade no acesso a serviços: a precarização das condições de trabalho pode afastar profissionais qualificados, especialmente em áreas remotas ou de baixa atratividade, ampliando as desigualdades regionais.

Redução da transparência e enfraquecimento do controle social: servidores estáveis são fundamentais para garantir a fiscalização e o cumprimento das leis. Sem essa proteção, há risco de aumento de práticas arbitrárias e da corrupção.

Esta Reforma Administrativa não interessa apenas aos trabalhadores e trabalhadoras do serviço público (municipal, estadual e federal), mas a toda a classe trabalhadora, que será a mais atingida caso seja aprovada no Congresso Nacional.

O movimento sindical, liderado pelas entidades representativas dos servidores públicos, junto com diversos movimentos sociais, tem realizado atos e audiências para enfrentar essa proposta.

Além do movimento sindical e dos movimentos sociais, vários juristas também alertam para o risco de enfraquecimento do Estado e para a perda de direitos históricos. Protestos e debates públicos têm sido organizados para pressionar o Congresso a rejeitar a PEC.

A Reforma Administrativa, portanto, não é apenas uma questão técnica de gestão pública. Ela representa uma escolha política sobre o papel do Estado na garantia de direitos e na promoção da justiça social.

O desafio está em equilibrar eficiência e equidade, sem comprometer os pilares democráticos que sustentam o serviço público brasileiro.

A contribuição negocial é um instrumento coletivo que fortalece o sindicato na luta por melhores salários, direitos e condições de trabalho. É com esses recursos que o SEEF mantém a estrutura de negociação, mobilizações, campanhas, formação e atendimento à categoria. Quando o sindicato é forte, toda a base avança.

 Ao mesmo tempo, quem quiser exercer o direito de oposição ao desconto deve respeitar rigorosamente os prazos e procedimentos definidos abaixo.

Prazo de oposição

Período: 20 a 31 de outubro de 2025

Referente ao desconto do mês: novembro de 2025

Como apresentar a carta de oposição

 - A carta deve ser entregue pessoalmente na sede do SEEF, de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 18h.

- O documento deve ser escrito de próprio punho, assinado e identificado com: nome completo, CPF, nome e CNPJ do condomínio.

- Não serão aceitas cartas de oposição por e-mail, WhatsApp ou fora do prazo.

- O trabalhador é responsável por entregar uma cópia da carta ao empregador, junta do comprovante de recebimento do sindicato.

- Alternativamente, a carta pode ser enviada pelos Correios, como carta registrada com Aviso de Recebimento (AR), postada dentro do prazo indicado acima.

Terça, 23 Setembro 2025 16:05

Nota de apoio à greve da Celesc

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O SEEF manifesta seu total apoio à greve dos trabalhadores e trabalhadoras da Celesc.

A paralisação, organizada pelo Sinergia e pela Intercel, é legítima e necessária diante da postura intransigente da empresa nas negociações do Acordo Coletivo de Trabalho. A luta pela isonomia de direitos, pelo reajuste com ganho real e pela retomada do anuênio é justa e deve ser atendida.

O SEEF se soma à defesa da Celesc como empresa pública, contra qualquer tentativa de privatização e precarização dos serviços e dos direitos da categoria.

Todo apoio à greve dos eletricitários e eletricitárias!
Celesc é do povo catarinense e deve seguir pública!

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Filiado

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Manual do trabalhador

Um instrumento dos trabalhadores na defesa dos seus direitos. Ele apresenta as principais garantias previstas na legislação e nas convenções e acordos coletivos de trabalho assinadas pelo Sindicato.

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SEEF - Sindicato dos Empregados em Edifícios e em Empresas de Compra
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