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Pricila Cristina Baade

Pricila Cristina Baade

Na tarde desta quarta-feira (4), representantes dos trabalhadores e das entidades patronais entregaram ao governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, a proposta de reajuste para 2026 do Piso Salarial Estadual. O acordo foi resultado de três rodadas de negociação realizadas entre as partes.

A proposta prevê reajuste médio de 6,49% nas quatro faixas salariais, com os seguintes valores:
1ª faixa: R$ 1.842,00
2ª faixa: R$ 1.908,00
3ª faixa: R$ 2.022,00
4ª faixa: R$ 2.106,00

Durante o encontro, o coordenador sindical do DIEESE, Ivo Castanheira, destacou a importância de que o projeto seja encaminhado rapidamente para votação na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, sem alterações no texto acordado entre trabalhadores e empresários.

“O Piso Estadual é uma referência importante para as negociações coletivas de diversas categorias em todo o estado. Por isso, é fundamental que o projeto seja encaminhado com agilidade e sem emendas, preservando o acordo construído na mesa de negociação”, afirmou Castanheira.

O governador informou que irá encaminhar imediatamente o projeto à Assembleia Legislativa, para que o reajuste possa ser analisado e aprovado pelos deputados estaduais.

Durante a reunião, Jorginho Mello ressaltou o desempenho econômico do estado e afirmou que Santa Catarina “é bom em tudo”, destacando os indicadores de emprego, geração de riqueza e desenvolvimento.

A fala foi questionada pela secretária de Formação da CUT-SC, Adriana Maria, que ponderou que, apesar dos bons indicadores econômicos, o estado ainda mantém um Piso Estadual inferior ao de outros estados da região Sul “Se Santa Catarina é tão bom em tantas coisas, por que ainda temos um Piso Estadual menor do que o do Paraná?”, questionou a dirigente sindical, reforçando a necessidade de avançar na valorização salarial dos trabalhadores catarinenses.

O presidente do SEEF, Rogério Manoel Corrêa, está participando da etapa nacional da II Conferência Nacional do Trabalho (II CNT), que teve início nesta terça-feira (3), em São Paulo. O encontro segue até quinta-feira (5) e reúne representantes do governo federal e dos governos estaduais, das centrais sindicais e das confederações patronais para debater e definir diretrizes que devem orientar as políticas públicas de emprego e de direitos trabalhistas nos próximos anos.

Estruturada no modelo tripartite, com participação equilibrada de governo, trabalhadores e empregadores, a II CNT consolida-se como um dos principais espaços institucionais de diálogo social sobre o mundo do trabalho no Brasil. O formato permite que interesses distintos sejam colocados em debate direto, com o objetivo de construir consensos e formular propostas para fortalecer as políticas nacionais de trabalho e renda.

Durante a conferência, a CUT apresenta propostas fundamentais para a classe trabalhadora, entre elas a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, o fortalecimento da negociação coletiva e das entidades sindicais, além da defesa de políticas públicas de emprego que garantam estabilidade, proteção social e o combate às formas precárias de contratação.

As propostas debatidas nos grupos temáticos e votadas na plenária final da conferência devem orientar as ações do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e influenciar também políticas estaduais. A expectativa é que as deliberações resultem em medidas com impacto direto na geração de empregos de qualidade, na ampliação da proteção social e no fortalecimento dos direitos trabalhistas no país.

A participação da CUT-SC na etapa nacional reforça o compromisso da central em levar as demandas dos trabalhadores catarinenses para os espaços de construção das políticas públicas que impactam diretamente o mundo do trabalho.

Na tarde desta quarta-feira (26), trabalhadores e representantes patronais chegaram a um acordo para o reajuste do Piso Salarial Estadual de Santa Catarina, durante rodada de negociação realizada na sede da FIESC, em Florianópolis. O reajuste médio definido para as quatro faixas salariais foi de 6,49%.

Com o consenso firmado na mesa de negociação, os novos valores do Piso passam a ser:

1ª faixa: R$ 1.842,00
2ª faixa: R$ 1.908,00
3ª faixa: R$ 2.022,00 
4ª faixa: R$ 2.106,00

O superintendente regional do Trabalho em Santa Catarina, Paulo Eccel, esteve presente na rodada e destacou o papel técnico desempenhado pelo Dieese/SC na formulação da estratégia de negociação com as federações patronais.

O diretor sindical do Dieese/SC, Ivo Castanheira, agradeceu aos representantes das entidades sindicais a confiança renovada em sua coordenação do processo por mais um ano, reforçando a importância da unidade das centrais na construção do acordo.

A CUT-SC foi representada durante todo o processo pelo secretário-geral, Rogério Manoel Corrêa, presidente do SEEF. Para ele, o resultado reafirma a importância da negociação coletiva permanente. “O Piso Estadual é uma conquista histórica da classe trabalhadora catarinense. Cada acordo firmado demonstra que a organização sindical e o diálogo são instrumentos fundamentais para garantir valorização salarial e proteção aos trabalhadores”, destacou.

Esta foi a 16ª negociação fechada entre as partes desde a instituição do Piso em Santa Catarina, consolidando o modelo de negociação como referência nacional na definição de um salário mínimo regional acima do piso nacional.

O SEEF lançou uma cartilha especial sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) voltada aos porteiros, vigias, zeladores e trabalhadores de condomínios. O material foi elaborado com linguagem simples e didática para orientar a categoria sobre os cuidados necessários no tratamento de dados pessoais no ambiente de trabalho.

Com o avanço da digitalização e dos sistemas de controle de acesso, os condomínios passaram a lidar diariamente com informações como nome completo, RG, CPF, placas de veículos, imagens de câmeras de segurança e dados biométricos. A LGPD estabelece regras claras para a coleta, armazenamento e uso dessas informações, com o objetivo de garantir segurança, transparência e respeito à privacidade.

Como profissionais que atuam na linha de frente da segurança condominial, os trabalhadores da portaria têm papel fundamental na proteção desses dados. Por isso, a cartilha apresenta orientações práticas sobre:

  • Quais dados podem ser coletados na portaria;

  • Cuidados com livros de registro e fichas em papel;

  • Uso correto de sistemas, login e senha;

  • Responsabilidade no tratamento de imagens de câmeras;

  • Proteção de dados de crianças e adolescentes;

  • Direitos dos próprios trabalhadores em relação aos seus dados pessoais.

Além de explicar deveres, o material também reforça que a LGPD protege não apenas moradores e visitantes, mas também os trabalhadores. Informações pessoais de funcionários, como dados bancários, documentos e registros contratuais, também estão protegidas pela legislação.

Para o SEEF, a formação e a informação são fundamentais para evitar problemas, garantir segurança jurídica e valorizar o exercício profissional. Proteger dados é proteger pessoas  e isso também significa proteger o trabalho e a dignidade da categoria.

A cartilha completa está disponível gratuitamente no site do SEEF e pode ser acessada na seção de publicações.

? Acesse, baixe e compartilhe aqui: https://seef.com.br/midia/manual-do-trabalhador.html

Desde janeiro deste ano, os trabalhadores já começaram a sentir no bolso os efeitos da ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda. Os valores que antes eram descontados diretamente na fonte agora passam a permanecer com o trabalhador, aumentando a renda mensal.

 A diferença já pode ser conferida no contracheque referente ao pagamento de janeiro de 2026, que é recebido em fevereiro. Para muitos trabalhadores e trabalhadoras, isso significa um alívio importante no orçamento e mais dinheiro circulando na economia.

 A medida beneficia especialmente quem ganha até R$ 5 mil, que passa a ter isenção total do imposto, além de garantir desconto gradual para quem recebe até R$ 7.350.

 Quer saber quanto você vai economizar?

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) disponibiliza gratuitamente uma ferramenta que permite simular o valor da economia mensal.

Acesse a Calculadora do IR do DIEESE:

https://www.dieese.org.br/calculadoraIR.html

 Com poucos dados, é possível estimar quanto deixará de ser descontado do seu salário.

Atenção à declaração do IRPF

É importante destacar que a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026 considera os rendimentos recebidos ao longo de 2025.

Por isso, a nova faixa de isenção e o desconto progressivo terão impacto efetivo apenas na declaração do IRPF 2027, quando serão considerados os salários já reajustados pelas novas regras.

Observação importante

Os valores apresentados nas simulações são aproximados. Eles não consideram outros fatores que podem influenciar o cálculo final, como dependentes, pensão alimentícia, despesas médicas, educação ou outros rendimentos tributáveis.

O SEEF orienta que os trabalhadores acompanhem atentamente seus contracheques e utilizem as ferramentas disponíveis para entender melhor seus direitos. Informação é fundamental para garantir que nenhum centavo seja descontado indevidamente.

Neste Dia do Zelador, o SEEF presta homenagem a esses trabalhadores e trabalhadoras que exercem um papel essencial no dia a dia dos condomínios. São profissionais que garantem organização, segurança, manutenção e bom funcionamento dos espaços, sempre com dedicação e responsabilidade.

Mais do que parabenizar, é fundamental reafirmar a importância da valorização da categoria. Zeladores merecem respeito, condições dignas de trabalho, salários justos e todos os direitos assegurados.

O SEEF segue firme na defesa da categoria, atuando para fortalecer a luta por reconhecimento e avanços nas condições de trabalho.

Parabéns a todos os zeladores pelo seu dia! ??

No fim da tarde desta quinta-feira (5), em frente ao Ticen, o SEEF participou de uma panfletagem para dialogar com trabalhadores e trabalhadoras que saíam do trabalho sobre a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. A atividade foi organizada pela CUT-SC e contou com a presença de dirigentes sindicais da regional Florianópolis.

Representando o SEEF, o presidente Rogério Manoel Corrêa esteve presente na atividade, dialogando com a população e reforçando a importância de informar a classe trabalhadora sobre uma conquista que já começa a fazer diferença concreta no salário.

Durante a panfletagem, muitos trabalhadores demonstraram satisfação ao saber que terão um dinheiro a mais no mês, já que a isenção do IR começou a valer em fevereiro e já aparece no salário de parte das categorias. O alívio no orçamento familiar foi um dos temas mais recorrentes nas conversas.

Trabalhadores que ainda não haviam recebido o salário também aproveitaram o momento para tirar dúvidas, entender como funciona a nova regra e calcular quanto passarão a deixar de pagar de Imposto de Renda. A ação se transformou em um espaço importante de orientação prática e diálogo direto com a base.

A participação do SEEF reforça o compromisso do sindicato com a defesa dos direitos dos trabalhadores e com a luta histórica do movimento sindical por justiça tributária. 

O SEEF informa que inicia nesta segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026, o prazo para apresentação da carta de oposição à contribuição negocial profissional, referente ao desconto do mês de março de 2026. O prazo se encerra no dia 13 de fevereiro de 2026.

A contribuição negocial foi aprovada democraticamente pela categoria nas assembleias realizadas em março de 2025 e tem como finalidade fortalecer a organização sindical, garantindo condições para a luta por melhores salários, direitos e condições de trabalho, além de assegurar a atuação do sindicato nas negociações coletivas e na defesa dos trabalhadores.
O valor aprovado corresponde a 4% da remuneração, com limite máximo de R$ 100,00, incidente sobre o salário do mês de março de 2026.

Conforme determina a legislação, todo trabalhador que não desejar contribuir tem assegurado o direito de oposição, desde que manifeste sua decisão dentro do prazo e respeitando as regras estabelecidas.

Para se opor, o trabalhador deve apresentar ao Sindicato Profissional, de forma individual, carta escrita de próprio punho (duas vias), assinada e identificada com nome, CPF e nome e CNPJ do condomínio ou da empresa.

PRAZO PARA APRESENTAR A CARTA DE OPOSIÇÃO: O período para entregar a carta de oposição referente ao desconto em março de 2026 será de 02 a 13 de fevereiro de 2026. A entrega deve ser feita de segunda a sexta-feira, no horário das 08h às 12h e das 14h às 18h.

Fique atento às regras:
- Não serão recebidas carta de oposição via e-mail, via whatsApp ou fora do prazo

- A carta também pode ser enviada por Correio como carta registrada com aviso de recebimento, postada dentro do respectivo prazo.

- Fica o empregado, em qualquer das formas de oposição, responsável pelo encaminhamento da cópia da carta ao empregador, com o recebido do sindicato.

Considerando que o SINTECT/SC está na linha de frente da defesa dos direitos trabalhistas, do serviço público e das causas sociais, demonstrando, ao longo de sua história, coerência, compromisso e firmeza na luta da classe trabalhadora;

Considerando que os serviços prestados pelos Correios são essenciais para a população brasileira, fundamentais para a integração nacional, para o desenvolvimento econômico e para a soberania do país;

Considerando que os Correios não têm como objetivo principal a obtenção de lucro, mas sim o atendimento às necessidades da sociedade brasileira;

Considerando os mais de 363 anos de história dos Correios, presentes em todos os municípios do país, responsáveis por garantir cidadania, integração nacional e desenvolvimento social;

Considerando os ataques aos direitos dos(as) trabalhadores(as), materializados na tentativa de retirada de direitos já garantidos pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), bem como na tentativa de criminalização do movimento sindical;

Considerando a falta de respeito e de reconhecimento da importância dos Correios para o país, expressa na desvalorização de seu patrimônio político e social para a nação brasileira;

Considerando a tentativa da empresa de transferir para os trabalhadores e trabalhadoras a responsabilidade por sucessivas gestões equivocadas e por resultados negativos acumulados ao longo dos anos;

Considerando a postura antidemocrática e autoritária da direção dos Correios, que ataca o patrimônio público, os(as) trabalhadores(as) e as entidades sindicais legitimamente constituídas;

O Sindicato dos Empregados em Edifícios e em Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis de Florianópolis/SC (SEEF) vem a público, por meio desta moção, manifestar sua mais profunda indignação, revolta e repúdio às ações conduzidas pelo atual presidente dos Correios, Emmanuel Rondon, as quais representam um ataque frontal, consciente e inaceitável aos direitos reconquistados pelos trabalhadores e trabalhadoras dos Correios após anos de intensa luta, resistência e mobilização.

Florianópolis, 29 de janeiro de 2026.

Considerando que o SINTECT/SC está na linha de frente da defesa dos direitos trabalhistas, do serviço público e das causas sociais, demonstrando, ao longo de sua história, coerência, compromisso e firmeza na luta da classe trabalhadora;

Considerando que os serviços prestados pelos Correios são essenciais para a população brasileira, fundamentais para a integração nacional, para o desenvolvimento econômico e para a soberania do país;

Considerando que os Correios não têm como objetivo principal a obtenção de lucro, mas sim o atendimento às necessidades da sociedade brasileira;

Considerando os mais de 363 anos de história dos Correios, presentes em todos os municípios do país, responsáveis por garantir cidadania, integração nacional e desenvolvimento social;

Considerando os ataques aos direitos dos(as) trabalhadores(as), materializados na tentativa de retirada de direitos já garantidos pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), bem como na tentativa de criminalização do movimento sindical;

Considerando a falta de respeito e de reconhecimento da importância dos Correios para o país, expressa na desvalorização de seu patrimônio político e social para a nação brasileira;

Considerando a tentativa da empresa de transferir para os trabalhadores e trabalhadoras a responsabilidade por sucessivas gestões equivocadas e por resultados negativos acumulados ao longo dos anos;

Considerando a postura antidemocrática e autoritária da direção dos Correios, que ataca o patrimônio público, os(as) trabalhadores(as) e as entidades sindicais legitimamente constituídas;

O Sindicato dos Empregados em Edifícios e em Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis de Florianópolis/SC (SEEF) vem a público, por meio desta moção, manifestar sua mais profunda indignação, revolta e repúdio às ações conduzidas pelo atual presidente dos Correios, Emmanuel Rondon, as quais representam um ataque frontal, consciente e inaceitável aos direitos reconquistados pelos trabalhadores e trabalhadoras dos Correios após anos de intensa luta, resistência e mobilização.

Florianópolis, 29 de janeiro de 2026.


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